Começando
1. Apenas com a sua certidão de nascimento, você monta a árvore genealógica mais simples que existe: você, seus pais e seus avós.
2. Com a certidão de nascimento de seus pais, você chega até seus bisavós.
3. A melhor atitude que um pesquisador de genealogia pode ter é perguntar aos que estão vivos na família: pais, tios, avós. Pergunte a todos eles seus nomes completos, incluindo quaisquer sobrenomes que eles têm ou possam ter tido em seu passado, e que não aparecem agora nos documentos deles.
4. Especialmente as mulheres costumam mudar de sobrenome depois de se casarem em muitos países. Atenção: numa árvore genealógica corretamente preenchida, os nomes das mulheres são sempre lançados apenas com os sobrenomes de solteira.
5. Jamais lance os nomes de casadas das mulheres. Isso é essencial em genealogia. Caso contrário, você perderá importantes ramos da família, os chamados matrilineares. Ou seja: o de todas as mulheres que foram ou são mães da sua árvore. Lance o nome de casada das mulheres no campo próprio para isso: Nome alternativo > Nome de casado(a).
6. Ao entrevistar os mais velhos, pergunte a eles os locais e as datas de nascimento e de casamento. Pergunte os cartórios onde foram registrados e casados (e eventuais espaços religiosos) onde foram batizados (cristianizados) e onde se casaram.
7. Pergunte especialmente os nomes dos pais de todo mundo que você entrevistar. Também indague sobre quaisquer nomes ou sobrenomes que eles possam ter usado no passado e não usam mais.
8. Se você tem ancestrais imigrantes, preste muita atenção: podem existir duas, três e até ou várias grafias diferentes para os mesmos sobrenomes. Anote todas, como variação, para depois lançar na sua árvore no campo Nome alternativo.
9. Saiba também que razões políticas fizeram com que sobrenomes antes usados fossem abandonados. Isso aconteceu entre os judeus, italianos e alemães. E com brasileiros e latino-americanos perseguidos por governos ditatoriais. (Vale também para refugiados do comunismo, nazismo, fascismo ou qualquer outra forma de governo totalitário.
10. Anote nas entrevistas feitas os apelidos, apodos, nomes de guerra (usados nas Armas, na aviação e marinha comerciais), pseudônimos (escritores, jornalistas) ou nomes artísticos (plásticos, atores), nomes acadêmicos, etc. Todas as formas pelas quais uma pessoa pode ser conhecida devem ser registradas na árvore.
11. Tendo em mãos essas primeiras informações, comece a lançá-las com cuidado na sua árvore.